Estudo Semanal

Aprofunde-se nos ensinamentos da Torá e na sabedoria dos nossos Sábios.

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בְּהַעֲלֹתְךָ

Parashá Behaalotcha

Tradução: "Quando elevares (as luzes)"
Hashem ordena a Aharon que acenda a Menorá, com as sete lamparinas voltadas para o centro. Inauguração dos Leviim: aspersão de águas purificadoras, raspagem do corpo todo, lavagem das vestes, korbanot, dedicação como tenufá pelos Bnei Israel. Servem dos 25 aos 50 anos. Pessach Shení: para quem estava ritualmente impuro por contato com morto ou em viagem distante no 14 de Nissan, segunda oportunidade no 14 de Iyar. Princípio derivado: ninguém deve ser excluído do encontro com Hashem por circunstância involuntária. A nuvem sobre o Mishkan determina a marcha — quando se ergue, Israel parte; quando pousa, acampa. As duas chatzotzrot (trombetas de prata): para reunir a congregação, fazer marchar os acampamentos, soar em guerra e nos dias de festa. No 20º dia do segundo mês, Israel parte do Sinai em formação ordenada. As queixas começam — 'mit'onenim' — e Hashem responde com fogo nas extremidades do acampamento; Moshé ora; o fogo cessa. O erev rav anseia pela carne do Egito, despreza o man. Moshé reclama do peso impossível da liderança. Hashem ordena reunir 70 anciãos; transfere parte da rúach de Moshé sobre eles. Eldad e Medad profetizam no acampamento; Yehoshúa quer impedi-los; Moshé responde: 'Quem dera todo o povo de Hashem fosse profeta!' Codornizes em quantidade massiva; quem se entregou à concupiscência morre em praga. Em Chatzerot, Miriam fala lashon hará sobre Tziporá; é punida com tzara'at; Aharon implora; Moshé reza 'El na, refá na lah'; ela permanece isolada sete dias enquanto Israel inteiro espera por ela.
Halachá | Mishná Pessachim 9:1; Bamidbar 9:7
A halachá do Pessach Shení nasce de uma pergunta sincera dos próprios contaminados: 'Lamá nigará?' — 'Por que seremos diminuídos, impedidos de trazer o korban Pessach em seu tempo?' Moshé não responde de improviso; consulta Hashem, que responde concedendo a segunda oportunidade no mês seguinte. Daqui se aprende dois princípios: primeiro, que perguntar é parte essencial do crescimento na avodá — questões honestas movem a halachá. Segundo, que a Torá inclui em seu próprio tecido a possibilidade de teshuvá — não há circunstância irreversível para quem deseja sinceramente se aproximar.